Moagem de cana da Tereos cresce e atinge 18,8 milhões de toneladas nesta safra

A Tereos Açúcar & Energia Brasil, uma das líderes do setor sucroenergético brasileiro, processou ao longo da safra de 2019/2020 um volume de 18,8 milhões de toneladas de cana em suas sete unidades, um crescimento de 7,5% em relação à safra anterior. A empresa também registrou um aumento de 7% no rendimento agrícola, com uma média de 11,14 toneladas de açúcar por hectare.

A empresa finalizou o ciclo com um mix de 60,2% para açúcar e 39,8% para etanol. Foram produzidos 650 milhões de litros de etanol e 1,6 milhão de toneladas de açúcar.

Mesmo com adversidades climáticas na região onde estão as unidades da Tereos, o Grupo teve um aumento em volume de cana maior do que a média da região Centro-Sul, que nesta safra foi 6,2% a mais do que na safra 2018/2019.

“Neste ano, ocorreu a variação climática mais dramática dos últimos 10 anos”, afirmou Jacyr Costa Filho, diretor da Região Brasil do Grupo Tereos. 2019 foi marcado por índices pluviométricos abaixo da média histórica da última década, geada e temperaturas acima da média no meio e no final da safra.

Mais eficiência nas operações agroindustriais
O Grupo tem investido em tecnologia na área agrícola para detectar as principais perdas de performance e fazer correções com mais agilidade, em tempo real, o que possibilitou um incremento nos indicadores operacionais.

Na indústria, a melhoria nos indicadores também tem sido uma constante. Considerando as cinco safras anteriores, as unidades da Tereos Açúcar apresentaram um aumento de 9% no índice de eficiência geral dos equipamentos industriais (OEE), chegando, neste ano, a 96,5%. “Graças aos investimentos em manutenção e ao aumento de produtividade dos últimos anos, a Tereos tem alcançado resultados operacionais bastante consistentes, com aumento de rendimento agrícola e melhor performance industrial, comentou Costa Filho.

“Nesta safra, começamos a colher os frutos de investimentos concluídos recentemente, caso, por exemplo, da nova caldeira da Unidade Cruz Alta, que aumentou a disponibilidade de energia cogerada, com maior eficiência ambiental”, acrescentou Costa Filho.

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